Não é uma questão de menos madeira, mas sim de melhor utilização
Durante anos, o discurso dominante no mundo do vinho tem sido relativamente simples: menos madeira, mais fruta; menos intervenção, mais expressão da origem. Esta mensagem contém parte da verdade, mas deixa de fora nuances essenciais.
Vinhos que fazem sonhar: reflexão para onde a criação de vinho nos leva
Nos anos 50-60, quando se faziam os vinhos sem controlo, por tradição, seguindo os costumes regionais, a inquietude das adegas e produtores era ter a faculdade de oferecer ao consumidor vinhos estáveis em garrafa e que poderiam correr o mundo.
Micro-oxigenação: a respiração do vinho
Em um post anterior constatamos os benefícios da técnica da micro-oxigenação. Em este post apresentaremos os princípios fundamentais e seus fatores limitantes.
O vinho e a madeira possuem uma antiga e estreita relação onde um se complementa com o outro. Ambos são produtos naturais, e as qualidades dependem das circunstâncias da colheita. Cada um terá a sua composição e características e assim há que tratar de buscar a complementaridade entre eles.
As reduções durante a fermentação alcoólica
Quem não tem ou já teve reduções durante a fermentação alcoólica com a conseguinte perda de qualidade aromática e por tanto, perdas económicas?
Controlos de maturação – Onde está a fruta?
O Consumidor de vinho tem cada vez mais conhecimento e é mais exigente; procura vinhos frutados. Isto exige aos enólogos controlar melhor a matéria-prima com que trabalham. Em qualquer processo produtivo uma das premissas básicas é a idoneidade da matéria prime para a obtenção do perfil de produto desejado. O mundo vitivinícola não é uma exceção, e a rentabilidade da produção passa por ter a uva adequada, com características bem definidas e aptas para a elaboração de um perfil de vinho definido.