O que esta vindima nos diz sobre a próxima
Que decisões repetiríamos? Após a vindima, chega um dos momentos mais importantes na adega: analisar que decisões influenciaram, realmente, o vinho. A gestão da vegetação, a maturação da uva, a data da vindima, o azoto assimilável ou a estratégia de fermentação deixam indícios que nos podem ajudar a preparar melhor a próxima campanha.
Da tendência à aprendizagem: produção de vinhos sem álcool únicos
A influência da emergência climática nas nossas vinhas e, consequentemente, no vinho, é algo a que temos assistido nestas últimas vindimas. Embora seja verdade que esta situação está a gerar alguns desafios na maturação das uvas, processo que muitas vezes é bloqueado e outras vezes é acelerado, aumentando a concentração de açúcar, mas deixando os polifenóis verdes, se agirmos com inteligência e visão, também teremos oportunidades para explorar novos horizontes.
Rumo à adaptação
Estamos imersos num turbilhão de contínuas mudanças e adaptações. Notamos, cada vez mais, uma diversidade nos gostos e necessidades dos consumidores, diversidade essa que exige adaptabilidade, criatividade e inovação.
Alargar as possibilidades do carvalho
Nos últimos anos, a realidade das aparas e das aduelas sofreu uma transformação surpreendente, passando de alternativas a ferramentas enológicas de precisão. Esta mudança tem assistido a uma utilização crescente do carvalho, não só pela sua tradição, mas também por trazer novas dimensões à vinificação.
Estratégia inteligente, resultado excelente
É inevitável que as incertezas nos persigam, quando falamos das vendas de vinhos, ajudas à destilação, ações de compensação pelo de quilos de uva em excesso, etc. São situações complexas que encontram eco no panorama atual do mercado vitivinícola. Situações em que as estratégias das adegas são fundamentais para se destacarem no mercado e para reforçarem a imagem de marca.