O que acontece ao seu vinho durante a fermentação malolática?
A fermentação malolática não é apenas uma questão de segurança. O tempo, a microbiologia e a estratégia escolhida podem determinar em que medida conservamos o perfil do vinho que criámos durante a fermentação alcoólica.
A vindima, uma corrida cheia de obstáculos
A vindima está cada vez mais próxima e, como todos os anos, temos que estar preparados e saber interpretar a qualidade das uvas. As condições climáticas deste ano de 2022 estão a ser muito severas, o que irá ter impacto no nosso vinho.
Sem conexão não existe projeto
Pode dizer-se, com bastante precisão, que temos cerca de 100 mil milhões de neurónios que controlam absolutamente tudo o que fazemos, pensamos ou sentimos. Porém, não o fazem de livre-arbítrio, não funciona assim.
Preparando a nova vindima com cabeça
O interesse das adegas inovadoras é serem diferentes, fugirem da normalização, adaptarem os processos de adega a cada perfil de uva para obter a máxima expressão de cada uma delas, bem como produzir o perfil de vinho definido.
Um passo adiante
Várias vezes já lemos ou escutamos dizer que a madeira pode er um aliado para o vinho, ou também um enimigo em certos momentos porque pode limitar a sua identidade primária. O que verdadeiramente podemos confirmar é que há muitas variáveis que participam na interação vinho-madeira. Os objetivos que procuram os enólogos com a madeira são diferentes; há estilos de vinhos onde se procura um aumento de untuosidade ou pode ser porque se procura uma qualidade tânica maior.
O madeira pode ser, tanto aliado, como inimigo da frescura: aliado porque pode diretamente proporcionar ou simplesmente expressar e proteger, e inimigo porque pode inibir a sua expressão ou mascará-lo totalmente. O tipo de carvalho, o seu formato, trasfegas, enchimentos de pipas, as torragens e os momentos em que é utilizado determinarão a sua participação na frescura do vinho.