Madeira

Não é uma questão de menos madeira, mas sim de melhor utilização

Durante anos, o discurso dominante no mundo do vinho tem sido relativamente simples: menos madeira, mais fruta; menos intervenção, mais expressão da origem. Esta mensagem contém parte da verdade, mas deixa de fora nuances essenciais.

CONVIVER COM A BRETT

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De entre todas as alterações microbiológicas que pode sofrer um vinho, a produção de etil-fenóis pelas Brettanimyces bruxellensis, é sem dúvida, uma das maiores preocupações de todos os enólogos e uma das mais indesejadas pelos consumidores. Geralmente descreve-se em prova como aromas animais, couro, suor de cavalo, estábulo, palha molhada, feno… e em boca é caracterizada por ter uma sensação mais ou menos intensa de secura. Além disso, embora estes compostos estejam abaixo do limiar de perceção, a sua presença está envolvida na redução da intensidade dos aromas a fruta.

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De entre todas as alterações microbiológicas que pode sofrer um vinho, a produção de etil-fenóis pelas Brettanimyces bruxellensis, é sem dúvida, uma das maiores preocupações de todos os enólogos e uma das mais indesejadas pelos consumidores. Geralmente descreve-se em prova como aromas animais, couro, suor de cavalo, estábulo, palha molhada, feno… e em boca é caracterizada por ter uma sensação mais ou menos intensa de secura. Além disso, embora estes compostos estejam abaixo do limiar de perceção, a sua presença está envolvida na redução da intensidade dos aromas a fruta.

NESTA PARAGEM EU NÃO BAIXO

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Estamos na reta final da vindima de 2020, onde nestas últimas semanas temos vivenciado o que para qualquer enólogo é a “salsa” do nosso trabalho. Os nervos iniciais são sempre palpitantes, com os controlos de maturação, estimativas de vindima, planificações, estratégias de elaboração, etc., a revelar uma importância notável, e sempre com a visão no triunfo dos vinhos e no seu mercado.

NESTA PARAGEM EU NÃO BAIXO

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Estamos na reta final da vindima de 2020, onde nestas últimas semanas temos vivenciado o que para qualquer enólogo é a “salsa” do nosso trabalho. Os nervos iniciais são sempre palpitantes, com os controlos de maturação, estimativas de vindima, planificações, estratégias de elaboração, etc., a revelar uma importância notável, e sempre com a visão no triunfo dos vinhos e no seu mercado.

NESTA PARAGEM EU NÃO BAIXO

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Estamos na reta final da vindima de 2020, onde nestas últimas semanas temos vivenciado o que para qualquer enólogo é a “salsa” do nosso trabalho. Os nervos iniciais são sempre palpitantes, com os controlos de maturação, estimativas de vindima, planificações, estratégias de elaboração, etc., a revelar uma importância notável, e sempre com a visão no triunfo dos vinhos e no seu mercado.