Quando falamos em barricas usadas ou velhas, entendemos que servem apenas de armazenamento de vinho, como se fosse um material frio.
De certa forma é verdade, porque se compararmos com uma barrica nova, o impacto do carvalho no vinho varia muito. Por um lado a adição de elagitaninos, aromas e polissacarídeos que o carvalho liberta e por outro lado, a micro-oxigenação lenta que realiza. Ou seja, comporta-se como um material quente.
No entanto, para fazer o lote final e lançar um vinho expressivo para o mercado, a situação atual faz com que os vinhos venham tanto de barricas novas como de usadas.
Nos últimos estudos realizados pela Oenofrance, foram descobertas 2 moléculas presentes em quase todos os vinhos criados em barricas usadas: scapoletina y lyonirésinol.
Com o tempo as barricas usadas também vão cedendo compostos que podem influenciar no equilíbrio dos futuros vinhos.
Gráficos dos estudos das moléculas presentes em barricas usadas
A sua quantidade depende de vários fatores, a idade da barrica e a tosta. Mas na hora de provar estes vinhos, muitos dos descritores e sobre tudo, as sensações que os provadores notam no nariz, podem estar a manter a fruta varietal mas também a pode amadurecer. Pelo contrário na boca, a maioria dos vinhos têm o excesso de estrutura, secura ou amargor.
Uma maior superfície de madeira exposta significa um maior fenómenos de degradação dos compostos e por conseguinte, mais impacto e maior amargor.
Nos vinhos atuais, a gordura e a doçura são parâmetros sempre positivos. É por isso que apresentamos uma nova solução para compensar estes dois parâmetros nos vinhos que o necessitam..
OENOVEGAN SBS: uma sinergia entre polissacáridos de levedura e polissacáridos de origem vegetal para uma proteção oxidativa e para diminuir a secura das barricas usadas.
Devemos entender o estágio nas barricas como uma gestão inteligente e bem definida para que o vinho seja apelativo.
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